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30 anos sem Luiz Gonzaga: Legado do rei do baião permanece na cultura

O artista morreu em 2 de agosto de 1989

Já se passaram três décadas desde que Luiz Gonzaga morreu. Mas, apesar do tempo, ele continua presente no cancioneiro brasileiro. De acordo com a Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), as composições do Rei do Baião são as mais executadas no período junino, entre maio e agosto, no país inteiro.

Luiz Gonzaga nasceu em 13 de dezembro de 1912 no município de Exú-PE, na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe que fica a 12km da sede do município, e a 69 km do Crato e 80 km de Juazeiro do Norte.

Foi o segundo filho da senhora, Ana Batista de Jesus Gonzaga do Nascimento e o oitavo de Januário José dos Santos do Nascimento. Luiz Gonzaga foi batizado no dia 5 de janeiro de 1920 na igreja matriz em Exú pelo padre José Fernandes de Medeiros.

O nome “Luiz” é uma homenagem a Santa Luzia, após o seu Pai Januário ter avistado uma estrela cadente muito luminosa no dia do seu nascimento.

Luiz Gonzaga foi um dos maiores compositores e representantes da música brasileira. Embora ele tenha sido extremamente popular no sertão nordestino, suas canções fizeram sucesso em todo país.

Seus gêneros musicais:

– Baião

– Forró pé-de-serra

– Xaxado

– Xote

– Quadrilha

– Xamego

– Arrasta pé

Luiz Gonzaga sofreu de osteoporose por vários anos. No dia 2 de agosto de 1989, na capital pernambucana, morreu de parada cardíaca, no hospital Santa Joana. Ele foi velado em

Juazeiro do Norte a contragosto do seu filho Gonzaguinha (in memoriam), que solicitou que o corpo do Rei do Baião fosse levado o mais rápido possível para Exú onde foi sepultado.

Por Henrique Macêdo – Redação Aurora Notícias
Postado: Pelo repórter Michel Dantas do site caririverdade.com

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